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| Tanques e bombas são lacradas | Adulteração é a causa das liminares judiciais | |||
| Há quase quatro anos, o Ministério Público gaúcho começou a empreender esforços para organizar instituições públicas e privadas no controle da qualidade dos combustíveis vendidos no Estado. O nível de adulteração era elevado e o Sulpetro expôs o problema ao Ministério Público, além de ser uma reinvidicação de setores da população, segundo o Procurador de Justiça Paulo Valério Dal Pai Moraes. Para combater o problema, foram estabelecidos convênios com o Sulpetro, ANP, Cientec, distribuidoras, órgãos governamentais, como Decon e IGP, Inmetro, Ministério Público Federal, Polícia Federal e UFRGS.
O número de investigações têm aumentado, conta o Procurador, que coordena o Centro de Apoio Operacional de Defesa do Consumidor. Até o dia 15 de janeiro, foram 44 o número de ações ajuizadas e liminares deferidas pela Justiça, determinando lacramento de tanques e bombas, em 32 cidades gaúchas (veja quadro ao lado). “O trabalho conjunto do poder público e privado, com a participação efetiva da sociedade, tem que se ordenar de maneira a trazer harmonia, paz e segurança ao setor dos combustíveis”, opina. O site www.mp.rs.gov.br publica notícias sobre as decisões judiciais.
Cidade Nº de ações ajuizadas e liminares deferidas Bagé 1 Barracão 1 Barros Cassal 1 Cachoeirinha 1 Camaquã 2 Catuípe 1 Chiapeta 1 Cruz Alta 1 Dom Feliciano 1 Galópolis 1 Guaíba 1 Jaguari 1 Lagoa Vermelha 1 Machadinho 1 Marau 1 Maçambará 1 Minas do Leão 1 Nova Araçá 1 Nova Petrópolis 1 Pinheirinho do Vale 1 Palmares do Sul 1 Porto Alegre 5 Rio Pardo 1 Santa Cruz do Sul 2 Santa Vitória do Palmar 2 Santo Antônio das Missões 1 São Leopoldo 1 São Valentim 2 Sarandi 1 Terra de Areia 2 Torres 2 Vacaria 3
Fonte: Centro de Apoio Operacional de Defesa do Consumidor do Ministério Público Estadual | ||||
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