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| Sulpetro e CSQC pedem maior fiscalização | Capa | ||||
| Os resultados positivos de algumas ações para reduzir a adulteração de combustíveis e a sonegação fiscal no setor foram apresentados durante o Fórum “Concorrência desleal e sonegação – Os papéis da administração tributária e da iniciativa privada”, no dia 14 de outubro, no Hotel Embaixador, na Capital. | |||||
O presidente do Sulpetro/RS, Antônio Gregório Goidanich, disse que a alta carga tributária de 60% sobre a gasolina propicia fortemente a fraude. “Quando se tem uma carga impositiva como esta e pessoas com capacidade de evadi-la, tudo pode acontecer”, comentou. Durante o painel, o presidente do Comitê Sul-Brasileiro da Qualidade dos Combustíveis (CSQC), Paulo Boamar, também informou que o mercado de solvente no Brasil aumentou 45% em quatro anos, produto que pode ser adicionado aos combustíveis para adulteração. “Neste caso, por que o governo não diminui as alíquotas da gasolina e aumenta as do solvente?”, questionou. Segundo ele, 39% do mercado do álcool é sonegado, provocando uma perda fiscal de R$ 1 bilhão aos cofres públicos. Boamar relatou que o CSQC já fiscalizou 589 postos nos três Estados do Sul e parou 4.289 caminhões nas estradas. Para a realização deste trabalho, ele pediu o apoio dos fiscais e auditores presentes ao encontro. “O posto de combustível é visto como uma forma de lucro fácil e de lavagem de dinheiro. E para acabar com isto, é fundamental a participação dos integrantes dos órgãos de fiscalização”, completou. O encontro foi uma promoção do Sindicato dos Auditores de Finanças Públicas do RS (Sindaf), Sindicato dos Servidores Públicos de Carreira de Nível Superior do Grupo Tributação, Arrecadação e Fiscalização do RS (Sintaf) e da Associação dos Fiscais de Tributos Estaduais do RS (Afisvec). | |||||
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