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Segue combate à adulteração Capa
Sulpetro faz reunião com ANP, no Rio de Janeiro, para tratar do tema

O chefe de gabinete do diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Edson Silva, recebeu em 3 de março o presidente e um dos vice-presidentes do Sulpetro, Antônio Gregório Goidanich e Adão Oliveira da Silva, e o presidente do Comitê Sul-brasileiro da Qualidade do Combustível, Paulo Boamar. Eles foram chamar a atenção de Silva para reforçar a fiscalização da agência no Estado.

 
 
Edson Silva comprometeu-se a dar andamento a esta primeira reunião de trabalho com a direção do Sulpetro. Foi convidado pelo presidente Antônio Goidanich para participar da Expopetro 2005, em Gramado.(ambos a esq.)

“Há regiões no Rio Grande do Sul onde a adulteração é bem maior do que a média geral para o Estado, olhando os dados da ANP”, disse, na reunião, Paulo Boamar. Tendo como uma de suas responsabilidades a articulação entre órgãos públicos que têm o poder da fiscalização, Boamar passou às mãos de Silva minuta de convênio que o Comitê deseja firmar com a agência. Atualmente o Comitê tem formalizados 15 convênios que lhe proporcionam trocar informação com os órgãos, solicitar sua presença em situações que mapeia nas rotas que percorre. O universo de trabalho do Comitê é composto por sete mil pontos de venda, nos três estados do Sul.

A comitiva do Sulpetro colocou a Edson Silva que um pouco da retração do mercado certamente se deve à adulteração do combustível. E que os dois níveis existentes de adulteração, tan-to a “grosseira” quanto a “refinada”, em que há componentes que os testes de conformidade não detectam, são situações em que se configura fraude fiscal e para o consumidor, que vai rodar menos com o combustível, uma vez que não terá o mesmo desempenho com o veículo. Em se tratando da maioria dos automóveis, que não é bio-combustível, o dano é maior porque o álcool é corrosivo.

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