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Sulgás quer terminal de GNL GNV
Em 16 de junho, na Fiergs, em Porto Alegre, o presidente da Companhia de Gás do Estado do Rio Grande do Sul (Sulgás), Artur Lorentz, apresentou estudo para políticos e empresários gaúchos, sobre as possibilidades de implantação de uma planta de regaseificação de Gás Natural Liquefeito (GNL) da Petrobras no Estado.

 
 
Presidente da sulgás, Artur lorentz, defende terminal de Gás Natural liquefeito no Rs porque há o risco de a demanda atingir o limite do que vem da Bolívia, em três anos.

Em 16 de junho, na Fiergs, em Porto Alegre, o presidente da Companhia de Gás do Estado do Rio Grande do Sul (Sulgás), Artur Lorentz, apresentou estudo para políticos e empresários gaúchos, sobre as possibilidades de implantação de uma planta de regaseificação de Gás Natural Liquefeito (GNL) da Petrobras no Estado.

Lorentz defende a tese de que, sendo o terminal instalado no RS, irá atender a demanda total gaúcha, mais a de Santa Catarina. “Iríamos suprir nossa necessidade e oferecer o excedente ao estado vizinho, que teria o fornecimento completado pelo gás boliviano.” A idéia recebeu o comprometimento de parlamentares presentes.

Atualmente, todo o gás consumido na região Sul vem da Bolívia, através o gasoduto. Por ser a última etapa na distribuição, o RS recebe menos volume do combustível e corre o risco de ver a demanda atingir o limite da oferta dentro de três anos. O terminal de GNL viabilizaria a utilização do gás natural por consumidores que estão longe de onde o combustível é extraído. Ao ser captado, o gás natural sofre um processo de liquefação, é transportado em navios até os terminais onde será novamente gaseificado, para então ser disponibilizado ao mercado.

Dois municípios podem ser sede do terminal, no Estado: Tramandaí e Rio Grande. Segundo dados apresentados por Lorentz, o investimento previsto no empreendimento é de cerca de US$ 500 milhões e a perspectiva é de que o terminal possa fornecer pelo menos 7 milhões de metros cúbicos de gás natural.

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